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Policial dá tapa no rosto de mulher em Porto Seguro após ser confrontado verbalmente; confira o vídeo

Um vídeo que está circulando nas redes sociais mostra um policial militar agredindo uma moradora do bairro Vila Valdete, em Porto Seguro. Nas imagens, é possível ver quando o PM coloca o dedo em riste e dá um tapa no rosto de uma mulher de 31 anos, que trabalha como empregada doméstica. A irmã dela, uma autônoma de 34 anos, foi defende-la e acabou sendo presa e conduzida à delegacia. Depois de ouvida pelo delegado, ela foi liberada.

A confusão, que aconteceu na noite de sábado (22), começou quando um homem ligou o som do carro em volume alto. A empregada doméstica pediu que ele baixasse o volume e mudasse a música, que tinha letra pornográfica.

Segundo as irmãs, a polícia chegou agindo de forma truculenta. Um dos PMs teria dado um tiro para cima e ameaçado atirar novamente, mesmo com muita gente no meio da rua. Ao confrontar a atitude do PM, a moradora de 31 anos foi agredida por ele com um tapa no rosto. Ela diz que, devido às agressões, está com uma mancha roxa e com o pulso doendo. Ainda segundo a mulher, o policial queria que ela entregasse o celular.

Ao defender a irmã, a moradora de 34 anos acabou sendo detida. Ela alega que foi jogada na viatura como se fosse uma criminosa, em frente à filha de 8 anos. A autônoma compareceu ao IML, neste domingo (23), para fazer exame de corpo de delito. A irmã dela disse que já conversou com uma advogada e que vai tomar medida judicial contra o policial militar.

NOTA DO 8º BPM – Em nota, o 8º Batalhão de Polícia Militar de Porto Seguro (8º BPM) informou que o comando investigará o episódio mostrado no vídeo que circula nas redes sociais. “Nenhum tipo de juízo imediato será emitido sem que os personagens arrolados sejam ouvidos e todas circunstâncias sejam esclarecidas”, informou, salientando que “a Polícia Militar da Bahia não compactua com condutas violentas e arbitrárias praticadas por qualquer um dos seus integrantes, e que tais fatos, quando ocorrem, são tomados por ações individuais e estão em total desacordo com os valores da corporação”.

Ainda de acordo com a nota, caso fique comprovada a transgressão ou crime por parte de policiais militares, “aqueles que cometeram a ação serão punidos, conforme as sanções previstas no nosso ordenamento jurídico”. Radar 64


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