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Vereadores cobram soluções imediatas para o cemitério do Kadija

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Ganhou repercussão estadual o problema de superlotação no cemitério municipal de Vitória da Conquista, localizado no bairro Kadija. Diversos veículos de comunicação noticiaram que covas estavam sendo abertas nos corredores do cemitério. Após a denúncia, uma comitiva da Câmara Municipal visitou ontem(11) o cemitério. Os vereadores garantem que não estão ocorrendo sepultamento nos corredores,  mas pedem investimentos imediatos da prefeitura para verticalização das covas e projeto para um novo cemitério em Conquista.

Durante a vista, o coordenador de serviços básico, Zé Marques, esclareceu que as covas que estão sendo abertas estão nos lugares já previstos na expansão do cemitério. “ O lugar de acesso dos carros estão sendo mantidos”, garantiu. A expansão, que deve dar espaço para cerca de 300 covas, reduz o acesso de carros de funerárias para 30 metros. Zé Marques conta também que a prefeitura está realizando um estudo orçamentários para 1 mil sepulturas verticais.

Apesar da expansão em andamento, em cerca de 1 ano não haverá mais espaço no cemitério. É o que pontua o vereador Valdemir Dias (PT). “Em um curto prazo dá para atender, mas a partir de um ano realmente estará superlotado. É preciso um investimento imediato e pensar na construção de um novo cemitério. Mil gavetas vão se esgotar logo, devido ao tamanho de Conquista. A prefeitura não pode esperar o problema chegar para só depois tomar uma decisão”, frisou. 

Além das covas verticais, o vereador Coriolano Moares (PT) falou sobre a necessidade de campanhas que estimulem as famílias autorizarem as exumações. “É importante uma campanha nesse sentido. Amplia a possibilidade do cemitério atende a necessidade da comunidade, daqueles que querer fazer o sepultamento dos seus entes queridos”, disse. “ Em mais ou menos 12 meses não terá mais espaço. Se não houver a conscientização das famílias para a autorização e transferências para o ossário teremos dificuldades”, reforçou. 

Na oportunidade, Zé Marques explicou também que por lei, a exumação pode acontecer 48 meses após o sepultamento, no entanto a prefeitura aguarda que as famílias solicitem. “ A prefeitura tem sido sensível nesse sentido. A gente espera que a família solicite. Apesar da lei permitir que seja feito, a gente não faz sem autorização da família”, esclareceu. 


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