Conquista: Despedida do prefeito Herzem Gusmão teve muita aglomeração

A ideia de restringir o velório e o sepultamento do prefeito Herzem Gusmão a um número limitado de pessoas não impediu a aglomeração de pessoas em vários pontos da cidade. Herzem faleceu na última quinta-feira (18), na UTI do Hospital Sírio Libanês, onde está internado há quase 3 meses, tratando sequelas deixas pelo Coronavírus.

A ideia de restringir o velório e o sepultamento do prefeito Herzem Gusmão a um número limitado de pessoas não impediu a aglomeração de pessoas em vários pontos da cidade. Herzem faleceu na última quinta-feira (18), na UTI do Hospital Sírio Libanês, onde está internado há quase 3 meses, tratando sequelas deixas pelo Coronavírus.

No sábado (20), dia em que o corpo chegou e foi sepultado, aglomerações foram vistas em diversos pontos por onde o cortejo passou. Desde cedo, pessoas esperavam nas ruas por onde o caminhão do corpo de bombeiros civis passaria com o caixão. Nas proximidades da casa de eventos Mediterrâneo, onde ocorreu o velório, centenas de pessoas se aglomeravam esperando o corpo.

No entanto, o maior ponto de aglomeração foi sem dúvida a porta do Cemitério da Saudade, onde o prefeito foi sepultado. Quando o corpo chegou, as pessoas se amontoaram para dizer o último adeus, muitas delas sem máscara. Mesmo a cerimônia sendo restrita à família, as pessoas não se preocuparam em manter o distanciamento social, favorecendo a transmissão do Coronavírus.

A situação foi registrada justamente em um momento em que Vitória da Conquista tem uma taxa de ocupação dos leitos de UTI de mais de 97%, ou seja, apenas 2 leitos disponíveis para tratamento do Coronavírus. Na contramão de todo o Brasil, as cenas vistas em Vitória da Conquista foram especialmente críticas em virtude também da nova variante do vírus, que é mais agressiva.

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